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Na edição de 17 de novembro de 2011, os participantes de uma equipe do programa O Aprendiz - exibido pela Record -, mentiram em seus currículos, fazendo uso da expressão "Inglês básico / Intermediário". Como SEMPRE digo para meus alunos, hoje em dia os recrutadores enviam os candidatos ao front de guerra e os mandam atirar. Os que erram o alvo, como esses participantes de O Aprendiz, acabam ridicularizados - e SEM emprego.

A edição de 14 de março de 2011 do
Jornal Hoje atesta: dominar o inglês pode fazer seu salário ficar MAIS DE 100% MAIOR.

O Jornal da Globo de 05 de agosto de 2010 atestou: 'Inglês básico' é a segunda maior mentira nos currículos, atrás apenas de falsas graduações.

Em 28 de maio de 2009, 
Max Gehringer , comentarista da CBN, explanou o motivo pelo qual as empresas exigem o idioma estrangeiro daqueles que querem fazer carreira. Confira clicando aqui .

Você assistiu o Jornal Hoje  de 6 de julho de 2009? Segundo Shizumi Torres, coordenadora de RH, "Cada vez mais as empresas estão buscando profissionais que tenham uma fluência na língua inglesa, mas não que não exista mercado para os profissionais que não possuem inglês". Pesquisas citadas na reportagem revelam que o domínio de outra língua é o décimo quinto fator a ser considerado num processo de contratação. Gijs Van Delft, diretor de empresa holandês, diz: "Quem não fala inglês, aliado à ambição que a pessoa tem, sim - vai ter uma limitação de crescimento no mercado brasileiro. As empresas, principalmente as multinacionais brasileiras, exigem um nível de inglês de quase todos os funcionários, já fazendo a primeira seleção nos programas de trainee e estágio".

Um estudo com executivos demonstra que quanto maior o cargo na empresa, maior deverá ser o conhecimento de inglês. Enquanto 43% dos presidentes dominam o idioma estrangeiro, apenas 11,8% dos supervisores tinham fluência. Em termos práticos, isso significa que quanto mais você domina o inglês, mais longe você consegue chegar.


Em alguns casos, é preciso ter um inglês voltado para o campo de atuação, principalmente nas áreas de engenharia, tecnologia e mercado financeiro - campos nos quais o inglês técnico é praticamente obrigatório.


Saiu na VEJA: “Nada destrói um currículo como a expressão ‘inglês básico’.Hoje, os bons empregos exigem fluência em idiomas estrangeiros.”

"(...)
A globalização não é uma festa para a qual todos estão convidados – esse é o drama de toda boa festa, aliás. Mesmo que a hostess da porta seja bonitinha, ela decide quem entra e quem não entra com a mesma crueldade de um leão-de-chácara. O que fazer para conseguir um convite? Aí vai o caminho das pedras. 
Para ser um trabalhador global, você precisa de duas ferramentas: um computador com internet e domar o inglês. Quando combinados, esses dois requisitos excluem mais de 90% da população do planeta. É um equívoco, portanto, acreditar que não há barreiras para a globalização 3.0. A maioria não tem essas ferramentas básicas.

Veja o caso do Brasil: numa população de 189 milhões de pessoas, cerca de 30 milhões têm acesso à internet. Globalmente estima-se em 694 milhões os maiores de 15 anos que acessam a rede – apenas 14% de toda a população mundial nessa faixa etária. Não pense, porém, que o fato de você fazer parte desses 14% de privilegiados lhe garante uma vaga no mercado de trabalho global. Você precisará se virar na hora de falar inglês, porque colaboradores têm de se comunicar e o inglês é a língua escolhida para essa tarefa. Quando um chinês conversa com um francês, ainda que de forma rudimentar, eles usam o inglês. (...)"
Fonte: 
Super Interessante 


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